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Zé Celso e a resistência teatral

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O Blog apurou (não é para tanto está na 'falha de sp') que nosso querido Paulo Coelho está disponibilizando livros inéditos em sua página na internet (procure no google, não faço jabá de graça...) tudo sem cobrar, formato E-book (pdf).

       E falando em livros (ou quase livros) acabei de assistir uma entrevista estonteante do Zé Celso. Onde descobri, veja só, que Monteiro Lobato vendia seus livros pessoalmente (ou quase).

Boas novas!

       O Blog apurou (não é para tanto está na 'falha de sp') que nosso querido Paulo Coelho está disponibilizando livros inéditos em sua página na internet (procure no google, não faço jabá de graça...) tudo sem cobrar, formato E-book (pdf).

       E falando em livros (ou quase livros) acabei de assistir uma entrevista estonteante do Zé Celso. Onde descobri, veja só, que Monteiro Lobato vendia seus livros pessoalmente (ou quase).

Paulo Coelho dá de graça. Monteiro Lobato vendia. Paulo Coelho, best seller. Monteiro Lobato, nem tanto. Até que não me sinto tão mal por não ter um salário decente como ator.

       Mas falando em Zé Celso e teatro, vale a pena lembrar da resistência cultural que ele consegue. Goste ou desgoste a importância é mesmo irrefutável. Não apenas pela história desse cara, desse avô, desse mito. Como pela obra que ele conseguiu produzir.

       Os Sertões é um livro que conta a história de um herói controvérsio. Um certo conselheiro que tentou (tentou?) revolucionar o Estado. E de tanto tentar conseguiu incomodar. Fato é que a obra chegou inclusive ao (não tão querido) Mao Tsetung (palavras de Zé). A resistência de Antonio Conselheiro (líder da tal revolução / guerra / resistência de Canudos) se confunde com a resistência de Zé Celso.

       Se o primeiro tentou mudar as relações do homem com a terra, do homem com o homem, o último consegue trazer ao século XXI uma característica que o teatro não tinha desde... Dionísio? Se é verdade que a sexualidade latente nas montagens nos incomoda a todos (especialmente a aqueles que se dizem extremamente a vontade com suas montagens), é bem verdade que não vejo outro teatro na cena paulistana com "um quê ritualista") tão contagiante como este.

       Este texto todo na verdade é para contar que "Cacilda" nova montagem dele estréia em setembro por aqui. E o produto, quando é bom, faz seu jabá por si só sem precisar pagar.


Em tempo: o mesmo que disse Zé Celso sobre "Os Sertões" eu digo sobre o teatro de Zé Celso "É uma coisa maravilhosa, porque está lá, mas não está, você precisa procurar, ler, investigar para chegar ao resultado final e quando chega, você fez uma universidade, você já está formado!" 


A entrevista você encontra aqui

1 turradas:

magna_namaste on 25 de agosto de 2009 15:38 disse...

O Zé Celso é um MONSTRO SAGRADO do teatro.

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